Evento DarkLove no Rio: O que rolou?

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Dia Internacional do Livro: Os Livros que mudaram a minha vida.

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Os desejados da Cosac Naify.

No final do ano passado, a editora Cosac Naify anunciou que fecharia suas portas depois de vinte anos de história no mercado editorial. A editora ficou famosa por um trabalho cheio de dedicação e cuidado com livros que, infelizmente, não faziam sucesso o suficiente para sustentar a editora por mais vinte anos. Mesmo assim leitores de todo país prestaram as devidas homenagens a editora e saíram em busca dos exemplares que sempre ficaram de olho, mas nunca puderam comprar. Eu montei a minha lista e espero que consiga até o final do ano completá-la. Vamos dar uma olhada?

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Anna Kariênina, de Liev Tolstói.

Sinopse: Estruturado em paralelismos, o livro se articula por meio de contrastes – a cidade e o campo; as ‘duas capitais’ da Rússia (Moscou e São Petersburgo); a alta sociedade e a vida dos mujiques; o intelectual e o homem prático etc. Os dois principais personagens, Liévin, um rico proprietário de terras, e Anna, uma aristocrata casada, só se encontram uma vez, em toda a longa narrativa. Mas nem por isso estão menos ligados, pois a situação de um permanece constantemente referida a situação do outro. Nesta tradução, a frequente repetição das palavras e as frases longas foram mantidas em sua integridade. Além das notas de rodapé, elaboradas pelo tradutor, este volume conta com uma árvore genealógica dos principais núcleos familiares e uma lista completa de personagens, que facilitarão a leitura deste grande clássico. (Fonte: Skoob)

Bambi, de Felix Salten.

Sinopse: Um dos personagens mais amados por crianças e adultos do mundo todo, Bambi chega às prateleiras das livrarias pela primeira vez em português. Escrito pelo austríaco Felix Salten e publicado originalmente em 1923, o romance “Bambi” – Uma história de vida na floresta popularizou-se pela versão cinematográfica feita pelos estúdios Disney, em 1942. A narrativa doce – mas em certos momentos também sombria e dolorosa -, nos apresenta Bambi, o cervo que pouco a pouco vai desvendando os mistérios da floresta e, na batalha pela sobrevivência, entende que o homem, a quem chama apenas de Ele, é o seu principal inimigo. Escrito sob a ótica dos animais, o livro tem como marca registrada os profundos diálogos entre os moradores da floresta, nos quais cabem assuntos dos mais variados, além de questionamentos acerca da vida. As delicadas ilustrações ficaram a cargo do premiado artista Nino Cais, que trabalhou com colagens de silhuetas dos bichos sobre recortes de livros de botânica, entre outros. Uma parábola atemporal sobre a vida e a morte que finalmente poderá ser redescoberta pelo leitor brasileiro. (Fonte: Skoob)

 Mrs. Dalloway, de Virginia Woolf.

Sinopse: Toda a história do romance se passa num único dia, em junho de 1923, em que Clarissa Dalloway resolve ela mesma comprar flores para a festa que vai oferecer logo mais, à noite, em sua casa. A partir desta cena inicial, o romance segue a protagonista pelas ruas de Londres num ritmo cinematográfico, registrando suas ações, sensações e pensamentos. Em torno de Clarissa, gravitam vários personagens: o marido Richard Dalloway, a filha Elizabeth, um amigo de juventude que acaba de voltar da Índia, Peter Walsh, com quem ela tem grande conexão afetiva. Até mendigos que ela encontra na rua e o próprio Primeiro-Ministro vão entrar na história. Certos personagens atravessam o caminho de Clarissa, sem que ela se dê conta, e passamos a segui-los. É o caso de Septimus Warren Smith, um ex-combatente da Primeira Guerra Mundial arruinado pela doença mental. Há simetrias, ressonâncias e descontinuidades, numa trama muito bem urdida por Virginia Woolf. A autora é prodigiosa na exploração dos desvãos da consciência e das ambiguidades entre os afetos e as convenções sociais. Passado e presente se intercalam, e acessamos os vários planos da subjetividade por meio de um elaborado uso do discurso indireto livre. Muito já se comentou sobre Mrs. Dalloway, desde que o livro foi publicado pela primeira vez, em 1925. O romance já foi considerado impressionista, criticado pela falta de unidade e reverenciado por ser revolucionário em termos de linguagem. Já se disse que a obra é incrivelmente contemporânea, fazendo uso de técnicas de justaposição e montagem, como no cinema. Há quem trate o livro como um romance feminino. Ou como um brilhante ensaio filosófico. Mrs. Dalloway também pode ser lido como um documento das transformações sociais e políticas dos anos 1920, ou como um romance psicológico. Ou mesmo como uma vibrante história de amor, com final aberto. A última palavra, evidentemente, é sempre do leitor. (Fonte: Skoob)

Guerra e Paz, de Liev Tolstói.

Sinopse: “Guerra e Paz” descreve a campanha de Napoleão Bonaparte na Rússia e estende-se até o ano de 1820. Baseado em pesquisa – com fontes que vão dos estudos do francês Adolphe Thiers e do russo Mikháilovski-Danílevsk a testemunhos orais -, Tolstói procura recontar os episódios que culminaram na derrota francesa e retrata, à sua maneira, personagens reais, como o próprio Napoleão e uma série de comandantes militares. Esta edição traduzida direto do russo traz ainda cinco mapas, uma lista com informações sobre os personagens e os fatos históricos citados no romance, além de sugestões de leitura. (Fonte: Skoob)

Moby Dick, de Herman Melville.

Sinopse: Versão definitiva da obra-prima Moby Dick, ou A Baleia, considerado um dos maiores romances norte-americanos. O livro traz o relato de um marinheiro letrado, Ishmael, sobre a última viagem de um navio baleeiro de Nantucket, o Pequod, que parte da costa leste dos Estados Unidos – com sua tripulação multiétnica – rumo ao Pacífico Sul, onde encontra o imenso cachalote branco que, no passado, arrancara a perna do vingativo capitão Ahab. Ao longo de 135 capítulos, Herman Melville (1819-1891) explora com brilhantismo e ironia os mais variados gêneros literários: da narrativa de viagens ao teatro shakespeareano, do sermão à poesia popular, passando pela descrição científica e a meditação filosófica. A nova tradução se vale da longa experiência acadêmica da tradutora Irene Hirsch com a obra de Melville e de um minucioso trabalho de pesquisa de vocabulário náutico por parte do tradutor Alexandre Barbosa de Souza. O volume inclui ainda fortuna crítica com três textos fundamentais para a compreensão da obra: uma resenha de Evert Duyckinck, publicada em 1851; o clássico ensaio de D. H. Lawrence, incluído em Studies in Classic American Literature, de 1923, e um trecho do célebre estudo de F. O. Mathiessen, American Renaissance, de 1941. Além disso, a edição traz apêndice com Glossário Náutico Ilustrado e bibliografia. (Fonte: Skoob)

Mary Poppins, de P. L. Travers.

Sinopse: Uma das histórias mais amadas por crianças e adultos do mundo todo, Mary Poppins volta para as prateleiras brasileiras. O texto recebeu ilustrações do estilista Ronaldo Fraga, tradução do escritor Joca Reiners Terron e posfácio da professora de literatura inglesa da USP Sandra Vasconcellos. Os desenhos – verdadeiros croquis de moda –, foram bordados à mão em tecido, e fotografados para integrar a edição. A edição especial conta ainda com uma luva em formato de bolsa, com estampa exclusiva desenhada por Ronaldo Fraga. O leitor vai, finalmente, descobrir a história de Mary Poppins, a babá mágica que chega inesperadamente para cuidar das crianças Banks e lhes abre os olhos para os mistérios e as maravilhas que nos cercam, todos os dias. (Fonte: Skoob)

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 Museu do Romance da Eterna, de Macedonio Fernández.

Sinopse: Escrito de 1904 até o fim da vida de Macedonio, que não chegou a vê-lo publicado, o ‘Museu do Romance da Eterna’ avança a partir de uma série de prólogos que precedem uma história que parece nunca chegar – a história de um homem, que depois da morte da esposa, decide deixar a cidade e refugiar-se no campo, em uma estância cujo nome é O Romance. Mas ‘avançar’ talvez não seja o verbo mais adequado – se Macedonio ensina algo, é que o romance moderno se faz de retalhos, desvios, digressões. (Fonte: Skoob)

O Som e a Fúria, de William Faulkner.

Sinopse: Este romance, finalizado em 1929, marca o início da chamada “segunda fase” da carreira de William Faulkner (1897-1962) e é considerado, em geral, sua obra mais importante. Vinte anos depois, o autor se consagraria definitivamente, ao receber o Prêmio Nobel de Literatura. O ambiente da escritura de Faulkner é o sul dos Estados Unidos, escravocrata e derrotado na Guerra da Secessão. O som e a fúria narra a agonia de uma família da velha aristocracia sulista, os Compson, entre os dias 2 de julho de 1910 e 8 de abril de 1928. Um apêndice, acrescentado pelo escritor em 1946, fornece outras informações sobre a história dos Compson entre 1699 e 1945. Assim, é possível afirmar que o grande personagem desta obra-prima é o Tempo, o que lhe confere interesse universal. (Fonte:Skoob)

Os Miseráveis, de Victor Hugo.

Sinopse: Edição comemorativa do bicentenário de Victor Hugo (1802-1885), em tradução inteiramente revista e adequada à leitura contemporânea. Esse tratamento e a edição com 816 notas de pé de página, elucidativas do contexto histórico e cultural da França no século XIX, fazem desta a versão definitiva da obra em português. Hugo narrou seu romance magistral numa linguagem que representou para a literatura “o mesmo que a Revolução Francesa na História”, segundo o crítico Sérgio Paulo Rouanet. O fio condutor é o personagem de Jean Valjean, que, por roubar um pão para alimentar a família, é preso e passa dezenove anos encarcerado. Solto, mas repudiado socialmente, é acolhido por um bispo. O encontro transforma radicalmente sua vida e, após mudar de nome, Valjean prospera como negociante de vidrilhos, até que novos acontecimentos o reconduzem ao calabouço. (Fonte: Skoob)

Foras da lei barulhentos, bolhas raivosas e algumas outras coisas que não são tão sinistras, quem sabe, dependendo de como você se sente quanto a lugares que somem, celulares extraviados, seres vindos do espaço, pais que desaparecem no Peru, um homem chamado Lars Farf e outra história que não conseguimos acabar, de modo que talvez você possa quebrar esse galho.

O título é de perder o fôlego. O mesmo vale para a seleção dos autores, alguns dos mais celebrados escritores contemporâneos de língua inglesa, entre os quais Neil Gaiman, Nick Hornby, Jonathan Safran Foer, Jeanne DuPrau e Lemony Snicket. Uma compilação de onze contos, cada um ilustrado por um artista diferente, entreos quais vale destacar Barry Blitt (já criou vinte capas da revista New Yorker), Lane Smith (de A verdadeira história dos três porquinhos, de Jon Scieska), David Heatley (colaborador do jornal The New York Times) e Peter de Sève (criador dos personagens da animação “A era do gelo”). Em comum, as histórias trazem um quê de estranhamento do mundo, com inocência infantil. Os autores, reconhecidos pela qualidade literária de suas obras destinadas aos adultos, não subestimam o jovem leitor. Em tempos de literatura enlatada, isso é, sem dúvida, o que faz deste livro algo tão sinistro. (Fonte: Skoob)

David Copperfield, de Charles Dickens.

Sinopse: Um dos pilares da literatura ocidental moderna, Charles Dickens é até hoje fonte de inspiração para muitos escritores. Seu gênio foi admirado por Tolstói, Marx, Joyce, Kafka, Henry James, Nabokov, Orwell, Cortázar, entre muitos outros. Semi-autobiográfico, David Copperfield foi publicado em forma de folhetim entre 1849 e 1850. O autor afirma, no prefácio ao livro, que, entre os inúmeros romances que publicou, este era seu filho predileto. A edição inclui textos críticos de Jerome H. Buckley, Sandra Guardini Vasconcelos e Virginia Woolf. Tradução de José Rubens Siqueira. (Fonte: Skoob)

Novelas Exemplares, de Miguel de Cervantes.

Sinopse: Antes da publicação da segunda parte de Dom Quixote, em 1613, Cervantes lança uma outra aventura: Novelas exemplares. Como gênero literário, a novela já existia, mas, como nota o próprio Cervantes, ele é o primeiro a tentá-la na Espanha. Ele experimenta o gênero em todas as direções possíveis, com relatos bizantinos, cortesãos ou picarescos. E mais: busca estabelecer um padrão realista, fala do cotidiano das pessoas, de uma Espanha que podia ser vista da janela de casa. É interessante notar como ele, filho de uma sociedade machista, sabe das dores femininas e pinta mulheres inteligentes e espirituosas, quando outros as queriam apenas lindas e submissas. É exemplar como Cervantes, homem de temperamento satírico, conseguiu despistar a censura, deixando transparecer entre exaltações aos reis e à Igreja, seu país violento e sensual, trapaceiro e cobiçoso, em que o estupro, por exemplo, é aceito com naturalidade, e um casamento é o único sinal de respeito que se tem pelas mulheres. A edição traz aparatos críticos de estudiosos do autor, notas, poemas em sua versão original e ilustrações.  (Fonte: Skoob)

É uma lista ambiciosa, mas muito desejada. Espero que tenha inspirado vocês com a editora. Já leram algum desses livros? Deixa uma opinião nos comentários. 🙂

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As Metas Literárias para 2016.

Metas

Feliz Ano Novo!!! Mais um ano se acabou e outro chegou, com os novos objetivos e metas que juramos que esse ano saem. E por que não montar as metas literárias? Nesse post, vou compartilhar com vocês alguns livros que necessitam sair da minha estante e caminhar um pouco comigo, me deixando conhecer a sua história. Aqueles que eu vou empurrando com a barriga, sabem? Ao todo serão dez livros, misturados a outras leituras, que lerei e resenharei aqui para vocês.

A Guerra dos Tronos – Livro Um das Crônicas de Gelo e Fogo, de George R. R. Martin.

a-guerra-os-tronosVamos começar pelo hiper badalado Guerra dos Tronos, que tem milhares de fãs ao redor do mundo, que minha melhor amiga já me fez tentar ler e eu não passei da página 120, que é gigante e pesado, que, enfim, difícil. Para quem não conhece, a história é passada em um universo alternativo, que mistura uma Idade Média a fantasia, com brigas entre clãs e governos e, isso você deve saber, com muitas mortes. Não vou me estender sobre o livro por aqui (somente quando fizer a resenha). Será, como eu disse, minha segunda tentativa e, se não for bem nessa vez, acho que abrirei mão de ler a saga.

O Rei do Inverno – Livro Um das Crônicas de Artur, de Bernard Cornwell.

o_rei_do_inverno_capaMe interessei por esse livro por causa de uma resenha da Juliana Cirqueira no Nuvem Literária. Junto a uma antiga vontade de aprender mais sobre o Rei Arthur, darei início a essa trilogia nesse ano. Em As Crônicas de Artur, Cornwell busca nos dar uma versão plausível e possível no âmbito histórico da lenda do Rei Artur através dos olhos de um menino saxão próximo a Merlin. Acho que será uma leitura interessante, só espero não me decepcionar graças a minhas expectativas altas.

Clarice, uma biografia – de Benjamin Moser

clarice-biografiaHá dois anos atrás tive o prazer de assistir a peça Simplesmente Clarice da Beth Goulart e acabei me apaixonando por essa escritora (e pela peça, que montagem incrível!). Prometi na época que não leria nada dela até ler a sua biografia e, infelizmente, não o fiz até agora. Mas 2016 é o ano em que isso muda. Meu único livro da finada Cosac Naify estará presente nas leituras do próximo ano e abrira portas para outras obras dessa autora que é uma das mais importantes da literatura nacional.

Quinta Avenida nº01 – de Candace Bushnell.

6997735ggSerá a minha segunda tentativa com a autora de Sex & the City. Tive uma péssima experiência com o livro que originou a famosa série do final dos anos 90, início dos 2000. Era um livro muito fragmentado, que não fluia e, bom, basicamente me deixou nervosa. Nesse novo livro, não tanto fragmentado (eu espero, já que ele está no plástico tem um bom tempo), tentarei pela última vez simpatizar com a autora. Vamos ver.

Os Diários Secretos de Charlotte Brontë – de Syrie James.

os diários secretos de charlotte brontëEu não me perdoo por enrolar com a leitura desse livro. Para quem não sabe, Jane Eyre é o meu livro favorito da vida e sua autora é ninguém menos que Charlotte Brontë, irmã de Anne Brontë e Emily Brontë (que escreveu o famoso O Morro dos Ventos Uivantes). Desde que eu li Jane Eyre, procurei mais obras e sobre a vida da autora e, quando encontrei esse livro na livraria, ele foi automaticamente adicionado a minha lista de desejos. De uma maneira romantizada, Syrie James nos conta a história de vida de Charlotte. É uma biografia mais dinâmica e fácil de ler. Não será a primeira vez que leio um relato biográfico nesse estilo. Há algum tempo li A Amante de Freud, de Karen Mack e Jennifer Kaufman, que foi construída como um romance e gostei bastante. Espero que esse não me decepcione.

O Diário de Jack, o Estripador – de Shirley Harrison.

Baixar-livro-O-Diario-de-Jack-o-Estripador-Shirley-Harrison-em-epubmobi-e-Pdf-370x543Quem nunca ouviu sobre o serial killer Jack, o Estripador? No final do século XIX, uma série de assassinatos à mulheres, na maioria prostitutas, assombrou Whitechapel, em Londres. As mulheres eram literalmente estripadas. Sua marca registrada era deixar os órgãos a mostra. Simpático, não? O maior mistério é que ele nunca foi pego e até hoje surgem histórias e teorias sobre quem teria sido esse homem. Shirley Harrison traz para a gente um diário escrito pelo serial killer, explicando que ele quer que entendamos “que o homem que me tornei não era o homem que um dia fui”.

Laranja Mecânica – de Anthony Burgess.

laranja mecânicaClássico dos clássicos de ficção científica, rei das distopias, Laranja Mecânica é a minha maior vergonha na lista de livros não lidos. Está na minha estante há três anos e nada. O tamanho e o peso sempre me assustaram um pouco porque o momento em que eu mais leio é no ônibus, indo para a faculdade. Mas nesse ano sai! Em Laranja Mecânica, um futuro não muito distante nos mostra uma cidade tomada pela violência e gangues juvenis através dos olhos de um jovem rebelde que narrará as suas experiências. Já vi o filme, mas sinto que terei que revê-lo assim que terminar a leitura.

Doutor Sono – de Stephen King.

Doutor-SonoDoutor Sono é a continuação do famoso e já adaptado para o cinema, pelas mãos do polêmico Stanley Kubrick, O Iluminado. Este conta a história da família Torrance que aceitou cuidar de um hotel que não abre durante um inverno rigoroso. Só que não contava com as assombrações que mudariam as suas vidas. A continuação nos coloca de novo na vida do menino Danny Torrance, agora um homem de meia idade, que encontra outra criança como ele era, iluminada, e precisa de ajuda. Coloquei esse na lista porque… Bom, porque sim. Estou ansiosa pela leitura. 😀

A Arte do Jogo – de Chad Harbach.

A-arte-do-jogoComprei esse livro por dez reais numa banca de jornal. Não tinha ideia sobre o que era, mas provavelmente envolvia esportes. Como nunca li uma história que envolvesse esse tema, me perguntei: por que não? E aqui está ele nas metas para 2016. Esse entrou na lista pela simples e pura expectativa de ler uma coisa diferente e sem saber o que é. Surpreenda-me!

Pronto! Dez livros para o ano 2016. Tentarei fazer resenhas de todos e além de atualizar na aba de Livros & Resenhas, atualizarei nesse post também. Espero que gostem e que o 2016 de vocês seja recheado de muita felicidade e muitas leituras (e filmes, e peças, e séries…).

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5 Dicas de Redes Sociais Literárias.

Redes Sociais Literárias

Século XXI: a Era da Tecnologia! Toda a nossa vida parece estar conectada com algo ou alguém diferente a todo tempo, não é mesmo? E os nossos livros e leituras entraram nessa corrida maluca. Além dos muito discutidos, defendidos e atacados, ebooks, a literatura encontrou um espaço de discussão para leitores, de catalogação e avaliação de suas obras dentro da internet (como praticamente tudo hoje). Por isso, esse post de dicas já famoso aqui no blog vem com cinco delas de redes sociais literárias. Lugares que você vai finalmente achar alguém para discutir aquele livro que nenhum dos seus amigos leu, ou então colocar aquele livro tão desejado em uma lista, ou listar os seus favoritos, ou marcar páginas, ou, ou, ou… São muitas funções para conhecer, mas aposto que dentro dessas sugestões, acharão um espacinho para sua biblioteca virtual que o deixe mais aconchegante. Vamos lá? Continuar lendo “5 Dicas de Redes Sociais Literárias.”