Por aí: Pequenas Grandes Experiências no Maranhão.

Nesse último post sobre a viagem, resolvi que contaria para vocês algumas coisas que fiz, conheci e experimentei por lá que nunca tinha antes. Vamos lá?

→ Culinária

Eu sempre fui um pouco fresca com comida. Quando era criança, então… Lá, no entanto, decidi que iria provar tudo o que pudesse. Foi assim que conheci o famoso Guaraná Jesus, que meu veredito foi nem bom nem ruim – guaraná com gosto de tutti-frutti – , comi carne de sol, que é uma delícia, geleia de pimenta, bolo de tapioca (Salgado!), picolé de tapioca, juçara (a versão pura do nosso açaí), macaxeira (o aipim), sorvete e bombom de cupuaçu, farinha d’água (bem crocrantre), purê de macaxeira… Foi muita coisa mesmo.

De tudo o que comi e/ou bebi, o que mais gostei foram a carne de sol, sorvete e bombom de cupuaçu e picolé de tapioca. Nossa é muito gosto. Algumas coisas que eu provei e não desceram bem foram a geleia de pimenta e o bombom de bacuri. O primeiro foi pela minha não apreciação de geleias. Não sou muito fã mesmo. E o segundo foi que eu achei realmente ruim. A melhor definição que encontrei era que parecia que eu estava comendo bombom de sabonete. Bom, gosto é gosto, né?

→ Avião

20150722_230953

Foi a primeira vez que voei na minha vida. Quem estava nervosa? Eu? Mas é claro que sim. O frio no estômago era do Alasca, tempestade de neve. Mas tudo bem. Fomos eu, o medo e a coragem de mãos dadas e não é que não foi tão ruim? Claro que senti a pressão que recebemos quando decolamos e pousamos, mas não foi muito assustador. E olha que eu fui na janela, hein? Como fomos de noite, a ida me proporcionou uma vista das estrelas como nunca vi antes. Eram muitas estrelas para pouco céu. E a volta nos deu um pôr-do-sol inesquecível, limpo e colorido. Que cores! O medo sumiu. O nervoso pode até ter ficado, mas ele é pequeno. Mal posso esperar para pegar outro avião que me leve para mais lugares incríveis.

→ Dançar forró, sertanejo, sofrência, samba e ir ao Karaokê.

Em um dos lugares que fomos, o Botequim (que foi logo após o bar Buteko) dançamos esses ritmos aí do título. Lá parece que as pessoas nascem não chorando, mas dançando. Parece muito natural e o dois pra lá dois pra cá de lá fica muito mais bonito do que essa dança do Rio em que mal saímos do lugar. Não sou boa dançarina mas aprendi bastante. Deu para se divertir. Obs: aprendi o que é sofrência. E esse ritmo realmente não é meu estilo de música, mas pesquisem aí para ver se gostam.

Fomos também ao  Amstardam musicpub. O lugar é um dos points da quarta-feira de São Luís. Dizer que lá enche é pouco. Foi muito divertido assistir as pessoas cantarem bem, mal, repetidamente (cantaram quatro vezes Malandragem), inovadoramente (Last Night do The Strokes). E antes que perguntem, não eu não cantei. E não poderia nem se quisesse graças a uma gripe que me assombrou a viagem inteirinha.

Essas foram algumas experiências. Espero que tenham gostado dos posts sobre a viagem o tanto quanto eu me diverti lá. Continuem acompanhando o blog para conhecer mais livros, séries, filmes e muito mais. Tchau!

Anúncios

O que achou?

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s